
Em 1948,
a Marinha Americana (Navy) organizou um estudo formal para um caça
VTOL baseada em informações derivadas do projeto Hummingbird
("Beija-Flor") e de documentos capturados dos alemães
relativos ao caça ramjet Focke-Wulf Triebflugel. O caça
VTOL da Marinha seria mantido em estruturas verticais abordo da maioria
dos navios. O novo caça seria lançado assim que uma
ameaça de radar fosse detectada e então seria guiado
por radar para interceptar os atacantes.
O XFY-1
da Convair foi desenhado em torno do motor acoplado YT-40. O YT-40
foi criado pela união de dois motores turbo-hélices
T-38 a uma caixa de engrenagens para acionar as hélices contra-rotativas.
O armamento seria composto por dois ou quatro canhões de 20
mm ou quarenta e oito foguetes de aletas dobráveis localizados
em podes nas pontas das asas, recurso este nunca instalado ou testado.
Podes nas pontas das asas e dos estabilizadores verticais acomodariam
as quatro pernas do trem de pouso.
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Especificações
(do fabricante):
Propulsores:
2 motores T-38 acoplados (o YT-40 que totalizava 5.850 sHp)
Capacidade combustível: 4.000 lb
Peso vazio: 13.000 lb
Peso máximo: 16.250 lb
Envergadura: 7,62 m
Comprimento: 10,3 m
Autonomia: desconhecida
Teto máximo: 43.700 ft
Velocidade máxima: 500 kt

Painel customizado foto-realístico e funcional.
Durante a modelagem desta aeronave desenvolvi uma técnica valiosíssima
que permite a renderização de diferentes texturas para
cada nacele de motor. Você poderá ver isto mostrado no
gráfico abaixo ao final desta página assim como maiores
detalhes na seção tutorial
de técnicas avançadas.
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Outra
conquista que obtive durante a modelagem desta aeronave, que foi
realmente ácida de fazer, foi prover o modelo com o canopy
aberto e mais a figura do piloto. Pensei em fazer isto tanto como
uma homenagem ao piloto do Pogo, Coleman, como também para
desenvolver minhas técnicas de modelagem. Batizei meu piloto
virtual de "Incluído" por razões óbvias
:)
"Skeets" Coleman foi o primeiro piloto a decolar verticalmente,
efetuar a transição para vôo horizontal e pousar
numa aeronave VTOL.
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Em
5/02/55 Coleman subiu à 10.000 pés. Nesta altitude
durante o inverno, a temperatura pode cair até níveis
conge-lantes, mesmo assim ele nunca fechou o canopy sequer uma vez,
durante todas as vezes que voou o XFY-1.
A Convair instalou um assento ejetor mas todos acharam que não
seria confiável e os técnicos acabaram por desativá-lo.
Se problemas sérios ocorressem em vôo, sua única
opção era "saltar fora sobre a lateral"
e seria consideravelmente mais fácil deixar o avião
se o canopy já estivesse aberto.
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Você pode ver nesta vista explodida que a nacele 1 e a nacele
2 são diferentes tanto em forma como textura aplicada.
Também observe que o piloto é parte integrante da modelagem
da nacele 2.
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O
canopy foi renderizado aberto para permitir ao piloto escapar. O interior
da cabine não está vazio mas possui sim as paredes laterais
e trazeira, piso, painel de instrumentos, canopy frontal vazado e
até mesmo um manche para o piloto.
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